O médico de família e comunidade é, por excelência, um médico de
Atenção Primária à Saúde, ou seja, deve ter um vínculo com seus pacientes antes mesmo deles adoecerem, e quando esses sentirem algo deve ser o primeiro médico a ser consultado. Dessa forma, nessa especialidade os médicos estão em uma posição privilegiada para fazer
promoção de saúde,
prevenção de doenças,
diagnóstico precoce, e mesmo o tratamento de doenças que façam parte de sua capacidade clínica — na MFC não existe dicotomia entre prevenção e cura. A
visita domiciliar (ou
domiciliária) é parte importante da
semiologia para os médicos de família e comunidade, mas as consultas são realizadas prioritariamente no consultório médico, a não ser em contextos específicos como o dos pacientes acamados. Outro recurso importante é o conhecimento da comunidade em que paciente habita, o que engloba desde
infra-estrutura até valores
culturais; esse aspecto é mais importante na
Estratégia Saúde da Família (conhecido até 2005 como Programa de Saúde da Família ou PSF).
0 comentários: